Archive for the ‘Noticias’ Category

Copa América Top Race: Carro de Fábio Fogaça pega fogo

Piloto brasileiro teve dificuldades de sair do incêndio, mas não sofreu nenhum dano físico.

O brasileiro Fábio Fogaça (Feeder/Case/Beta/Braspress/F-Truck/Kraucher), atual campeão brasileiro da Stock Car Jr, passou por um grande susto no domingo (14/2), quando o seu Mondeo TRV6 pegou fogo na primeira etapa da Copa América Top Race, disputada em Comodoro Rivadavia, 1.800 km ao sul de Buenos Aires (Argentina)… (mais…)

Copa América Top Race: Fábio Fogaça faz primeira prova na Argentina

O brasileiro Fábio Fogaça (Feeder/Case/Beta/Braspress/F-Truck/Kraucher), atual campeão brasileiro da Stock Car Jr, disputa neste domingo (14/2) a abertura da Copa América Top Race emComodoro Rivadavia, 1.800 km ao sul de Buenos Aires (Argentina). Em sua estréia internacional o piloto de Sorocaba, interior de São Paulo, vai largar da 19ª fila do grid de 41 carros… (mais…)

RSports anuncia Sérgio Martinez como piloto em 2010

O piloto Sérgio Martinez com diversos títulos no kart fará sua estréia no automobilismo pela categoria Spyder Race.

(São Paulo, SP): A Spyder Race que a sete anos faz parte do Campeonato Paulista de Automobilismo começa 2010 com um novo desafio: deixa o certame regional e passa a uma nova versão nacional, com 8 etapas disputas em São Paulo, Curitiba, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Campo Grande e Goiânia. E essa novidade despertou o interesse do piloto Sérgio Martinez (Netter / Eletro RMC / Eaton / QR Resistências) em realizar sua primeira temporada completa no automobilismo depois do kart, assinando com a RSports. (mais…)

Bons sites na net

Navegando pela web hoje encontrei este que parece ser um bom site de automobilismo, o Fusca Cridê. Continue lendo e confira algumas fotos…

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Cockpit – Por dentro do mundo da velocidade

Uma revista para quem quer ficar dentro do universo paralelo do automobilismo

Lançada recentemente, a Revista Cockpit é uma publicação que pretende ser, mais que uma simples novidade do mercado editorial brasileiro, uma abusada vitrine do universo paralelo do automobilismo. O objetivo é ir além das pistas e se preocupar não apenas com o que acontece nos principais circuitos do Brasil e do mundo, mas também apresentar tudo o que o envolve, sempre de uma maneira agradável e divertida.

Com formato diferenciado (225 mm de largura e 310 mm de altura, semelhante ao da revista “Caras”), a Cockpit possui 84 páginas, sendo quatro cadernos em couchê 115 g e um caderno em papel reciclado – o que reforça o conceito de publicação amiga do Meio Ambiente. Além disso, a capa, em couchê 170 g, sempre é impressa em seis cores, sendo duas especiais (Pantone) e com dois vernizes (Dull na totalidade e reserva UV nos detalhes).

“A Cockpit não é um veículo de ‘notícias’, assim como as que conhecemos, mas uma revista de ‘informações’ que pode ser tão útil e legal para homens quanto para mulheres, sem concorrer com o imediatismo e a factualidade de mídias como a TV, o rádio, revistas semanais e os portais de internet. Nela, a cada edição, teremos sempre pautas de turismo, cultura, moda, comportamento, carros, motos, pessoas, qualidade de vida, diversão, preparação física e, até, culinária!”, revela Betto D’Elboux, publisher e editor-chefe da revista.

E a “desculpa” que liga tudo isso a um denominador comum é, justamente, o meio automobilístico e seus protagonistas. Assim, se você quer aprender uma receita nova, por exemplo, ela lhe será passada por um piloto. Para conhecer as tendências de moda da próxima estação, teremos um editorial com algumas das mulheres que circulam (ou circularam algum dia) nos autódromos do país – que pode ser desde uma jornalista, uma grid girl ou a namorada de um piloto.

A equipe da Cockpit foi formada tal e qual a Seleção Brasileira: profissionais experientes e consagrados da imprensa, misturam-se a novos talentos bastante competentes. Assim, será fácil encontrar nessas páginas nomes como o de Barbara Gancia, Roberto Wagner e Miguel Costa Jr., por exemplo, dividindo espaço com novos talentos como Bruno Vicaria (editor), Bruno Terena (editor de fotografia), Daniel Betting, Luciano Monteiro e Andrea Amadeo. No que tange aos parceiros, a Cockpit está muito bem: as fotos internacionais são fornecidas pela agência inglesa Sutton Images, os infográficos e ilustrações pela agência norte-americana Graphic News e todo o trabalho de pré-impressão, impressão e acabamento é realizado pelas empresas do grupo Burti.

A Cockpit possui tiragem de 20.000 exemplares auditada pelo IVC e será distribuída nas melhores bancas de todo o país.

Mesmo nas férias, pilotos procuram não perder ritmo

Musculação e esportes durante este período ajudam os competidores a manter a boa forma para o novo ano

O mês de janeiro é um dos raros períodos que um piloto pode desfrutar de um breve período de férias. Mas, ao contrário do que muitos imaginam, o trabalho de verdade não começa apenas em março, quando os campeonatos são iniciados. Ele ainda não acabou.

Apesar de não parecer um esforço muito grande para quem está vendo do lado de fora, o piloto passa o tempo todo se mexendo dentro do carro em uma corrida. E, para aguentar isso, e também as diversas forças exercidas sobre um carro em movimento, é preciso muito condicionamento físico.

Por esta razão, muitos esportistas passam parte dos dias de folga na academia, procurando manter a forma e controlar o peso ideal, já que neste período é permitido cair em uma ou outra “tentação gastronômica” das festas deste início de ano.

“Além de fazer academia diariamente, aproveito para me exercitar praticando um esporte que gosto muito, que é o surfe. Ele testa a nossa concentração e equilíbrio, mexendo com todos os músculos do corpo”, destaca Enrique Bernoldi, que aproveita as belas praias de Florianópolis, onde mora com a família. “Estou até treinando mais corridas, pois pretendo fazer uma maratona no fim do ano”, completa.

Acesse www.ebernoldi.com.br

Precedente perigoso

Nesta terça-feira, Michael Schumacher voltou às pistas pela primeira vez desde que foi confirmado pela Mercedes como titular para a temporada 2010. O alemão, que não pilotava um monoposto desde um teste com a Ferrari F2007 após o acidente de Felipe Massa no treino classificatório para o GP da Hungria do ano passado, fez o primeiro dos três dias de testes com um modelo de desenvolvimento da Fórmula GP2 para o próximo ano. Mas o heptacampeão só pôde sentar no carro por causa de uma liberação especial da Federação Internacional de Automobilismo (FIA). E isso poderá ser um precedente perigosíssimo.

Jean Todt, ex-chefe de Schumacher na Ferrari, é o atual presidente da FIA. Desde as primeiras especulações sobre o retorno do heptacampeão à categoria, o dirigente precisa afastar os boatos de um possível favorecimento a seu amigo. Dar a ele a possibilidade de testar em um carro da GP2 quando as atividades de pista da Fórmula 1 só serão liberadas no dia 1º de fevereiro não é a melhor maneira de provar isso. Se Schumi teve esse privilégio, por causa dos três anos parado, os estreantes da temporada 2010 mereciam, pelo menos, igual concessão. O alemão conhece a categoria, apesar das mudanças nos carros. Os novatos terão de aprender em apenas 15 dias de testes (se suas equipes andarem em todos).

Após três anos muito tumultuados por escândalos extrapista, a Fórmula 1 poderá voltar a uma fase muito perigosa, quando a Ferrari e Schumacher eram favorecidos em quase todas as decisões da FIA – não à toa a entidade ganhou o apelido de “FIArrari” na época. É indiscutível que seu retorno trará mais atenção da mídia e do público, mas ele não pode ser privilegiado. Já bastam as polêmicas dos últimos anos. A F-1 não precisa de mais controvérsias, que podem agravar a crise de credibilidade que vive a categoria.

Sou contra a limitação dos testes imposta pela FIA nas bases atuais. Acho que as equipes andam muito pouco antes da temporada. Outro absurdo é não deixar que elas façam atividades durante o ano, o que dificulta muito a vida de quem precisa evoluir um carro ruim. Além disso, esta proibição é péssima também para a exposição da categoria na mídia e para o público. No entanto, se a regra precisa ser mudada, que seja mudada para todos. Nenhum piloto pode ser beneficiado em detrimento de outro. Por isso considero essa liberação para Schumacher testar um carro da GP2 um precedente perigoso. Como punir uma equipe que possa vir a realizar algum teste durante o ano, se a atividade do alemão foi liberada? Quero ver o que a FIA irá fazer.

Rally Dakar: 27 carros são desclassificados após a disputa da terceira etapa

Problema com a embreagem obrigou Reinaldo Varela e Erley a perderem pontos de passagem e também estão fora do maior rali do mundo.

O rali mais difícil e desafiador do mundo pregou uma de suas peças na última segunda-feira (04/01). Enquanto os franceses Stéphane Peterhansel/Jean-Paul Cotret (BMW X3) venceram a terceira etapa e assumiram a liderança da 32ª edição do Rally Dakar, outras 27 duplas foram desclassificadas após o percurso de 441 km entre as cidades argentinas de La Rioja e Fiambalá. Os competidores desclassificados perderam três pontos de passagem obrigatória consecutivos, o que fere o regulamento da competição e prevê a exclusão.


Muitos dos participantes desclassificados perderam os chamados waypoints (WP) por conta de avarias mecânicas no primeiro trecho de desafiadoras dunas no Dakar. É o caso dos brasileiros Reinaldo Varela/Erley Ayala (Mitsubishi/Pirelli/Blindarte), que tiveram problemas com a embreagem de seu Mitsubishi Pajero Full.

“Ficamos sem embreagem após alguns quilômetros da Especial. Andamos o máximo que pudemos. Estou muito triste por não poder continuar numa prova tão importante em virtude de um problema aparentemente simples” conta Reinaldo Varela, que com o navegador Erley Ayala ocupava a terceira colocação na categoria T2.1 a gasolina, na qual participam carros praticamente originais.


Com a falha mecânica, a dupla da Mitsubishi/Pirelli/Blindarte ficou impossibilitada de passar por alguns pontos do percurso e foi obrigada a desviar do trajeto original. “Fizemos de tudo para seguir no Dakar, mas parte do percurso era muito íngreme. Tivemos que optar caminhos alternativos para chegarmos ao fim do dia”, explica Varela, único brasileiro Campeão Mundial de Rally Cross-Country (2001), modalidade do mais tradicional rali off-road do mundo.


Entre os 27 carros excluídos, cinco são formados por competidores brasileiros. Além de Varela/Ayala, as duplas Julio Bonache/Lourival Roldan (Mitsubishi), Klever Kolberg/Giovanni Godoi (Mitsubishi), Sven Fischer/João Stal (Mitsubishi) e Sérgio Williams/Rodrigo Konig (Troller) também estão fora.

Em 2009, dezenas de pilotos também perderem três pontos de passagem seguidos durante o Rally Dakar. Inicialmente eles foram desclassificados, mas os comissários reviram a penalidade e na ocasião aplicaram uma punição de tempo aos competidores.

“Nós conversamos durante muito tempo com os comissários, mas ao contrário do ano passado eles estavam irredutíveis. É muito triste deixar o Dakar desta forma”, completa Varela.

Em 25 anos de rali, Reinaldo Varela tem os títulos de Campeão Mundial de Rally Cross Country, pentacampeão Brasileiro, tetracampeão do Rally Internacional dos Sertões, pentacampeão Brasileiro e Campeão Sul-americano de Rali de Velocidade. Em 2009 foi o piloto que venceu mais provas de cross-country no Brasil.

A dupla Reinaldo Varela/Erley Ayala tem patrocínio de Mitsubishi/Pirelli/Blindarte e apoio Divino Fogão/Itamotors/Temp Clean/Arycom/Artfix.

Renault anuncia Eric Boullier como seu chefe de equipe para a temporada 2010

Francês comandou a Gravity Sport, empresa de Gerard Lopez, dono de 75% do time, até o fim de 2009. Negociação durou algumas semanas.

A Renault anunciou que o francês Eric Boullier será seu novo chefe de equipe na temporada 2010 da Fórmula 1. O time está passando por uma reestruturação para tentar retornar aos bons tempos na categoria, após a compra de 75% das ações pelo grupo Genii, do empresário Gerard Lopez, no fim de 2009.

Boullier chefiou a Gravity Sport, empresa de Lopez, até o fim do ano passado. As negociações entre os dois duraram várias semanas e o negócio só foi confirmado nesta terça-feira.

- Estou incrivelmente orgulhoso por integrar a Renault como chefe de equipe, que é um dos mais famosos e bem-sucedidos nomes no automobilismo. No passado, a Renault demonstrou que é uma das melhores da Fórmula 1 e tenho certeza de que com trabalho duro e determinação podemos estar na frente de novo – diz Boullier, por meio da assessoria de imprensa da equipe francesa.

O novo dirigente assumirá as responsabilidades pela parte esportiva e de desempenho. Bob Bell, que tinha assumido o cargo após a saída de Flavio Briatore, passará a ser responsável pelos setores de design e produção dos carros.

- Nosso real objetivo é construir um carro para disputar o título em 2011. Mas temos expectativas realistas para 2010. Não vamos produzir um carro que nos coloque na frente de imediato, porque a Fórmula 1 é muito competitiva. Mas nossas expectativas incluem disputar as primeiras posições.

Justiça francesa reverte banimento de Flavio Briatore do automobilismo

Decisão da FIA foi ilegal, segundo o Tribunal de Grandes Instâncias de Paris. Departamento jurídico da entidade afirma que vai recorrer da decisão.

A Justiça francesa cancelou, nesta terça-feira, a punição imposta pela Federação Internacional de Automobilismo (FIA) a Flavio Briatore, ex-chefe da Renault, pelo escândalo do GP de Cingapura de 2008, quando ele ordenou que Nelsinho Piquet batesse seu carro intencionalmente no muro para ajudar Fernando Alonso a vencer a prova. O italiano tinha sido banido do esporte pela entidade, mas ele apelou ao Tribunal de Grandes Instâncias em Paris.

O veredicto saiu nesta terça-feira pela manhã. Segundo a imprensa francesa, o tribunal considerou que a decisão da FIA, tomada no dia 21 de setembro do ano passado, foi irregular. De quebra, Briatore ainda receberá uma indenização de € 15 mil. O italiano considerou a punição injusta e que teria sido resultado de uma vingança de Max Mosley, então presidente da entidade. O departamento jurídico da FIA informou que irá recorrer da decisão da Justiça francesa.

- Neste caso, a FIA foi usada como uma ferramenta para vingar-se em nome de um homem. Esta decisão é um absurdo jurídico e tenho toda a confiança de que o juiz francês irá resolver a questão de forma justa e imparcial – disse Briatore em seu comunicado em outubro.